terça-feira, 6 de maio de 2014

Tapumes com arte

     

A intervenção de artistas e grafiteiros em painéis que isolam construções e  empreendimentos ganha status de obra de arte na cidade. 

     

     
     
      
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 (Foto: Luis Gomes)
Pedaço de Parque
Impossível não reparar no painel de 240 metros localizado na rua Saidaiach, paralela à avenida Vinte e Três de Maio. Convidado pela Brookfield Incorporações, o designer gráfico curitibano Rica de Lucca valeu-se de tinta esmalte e spray para retrataro Parque do Ibirapuera, que fica próximo ao empreendimento residencial. Feito em parceria com a agência Ginga, o trabalho faz parte do projeto Urban Gallery, que já transformou 19 tapumes em diversas cidades brasileiras.
 (Foto: Luis Gomes)
Poesia concreta
Tinta látex, spray e fita crepe. Foi esse o material utilizado por artistas da Coletivo Rua para imprimir formas geométricas no tapume localizado entre as ruas Girassol e Marinho Falcão, na Vila madalena. Feito em parceria coma Galeria Choque Cultural, o desenho representa a arquitetura do prédio que em breve fará parte da paisagem, projeto do arquiteto Isay Weinfeld realizado pela incorporadora Idea! Zarvos. Para Baixo ribeiro, da Galeria, os artistas são íntimos do bairro e se inspiraram na própria cidade.
 (Foto: Luis Gomes)
Obra aberta
Na altura do número 119 da avenida Paulista, entre as ruas Leôncio de Carvalho e Teixeira da Silva, existirá o SESC Paulista. Por enquanto,o pedestre fica com o tapume de 150m2 que retrata cenas da cidade. Ideia da roteirista Laura Guimarães, autora do Microrroteiros da cidade, ação que espalha lambe lambes poéticos por espaços públicos, a obra tem grafites de Felipe Primate Frenesi, feitos com apoio do escritório Vértices, de arte, cenografia e design. Segundo Laura, o painel é aberto a intervenções de outros cidadãos.
 (Foto: Luis Gomes)
Presente de aniversário
Viaje no tempo ao caminhar pela avenida Paulista, a partir da rua Pamplona. No tapume de 100 metros, pintado pela ONG Revolucionarte com técnica de aerografia, há cenas antigas do local, silhuetas de pessoas, bondes e outros veículos de época. Feita em parceria com a associação Paulista Viva e apoio das construtoras Camargo Corrêa e Cyrela, a obra homenageia os 120 anos da via, completados em 2011. O painel esconde uma futura torre comercial, shopping e área verde, que será aberta ao público.endimentos ganha status de obra de arte na cidade


Julian Malland nasceu em Paris, 1972. Adotou "Seth" em seu nome, quando começou a pintar muros, em meados dos anos 90, em plena explosão do movimento Grafite.
Em 2000 formou-se na l'Ecole Nationale des Arts decoratifs"; publicou com Gautier Bischoff "Kapital" o livro francês sobre Grafite, o mais vendido até os dias de hoje.
Em 2003 Julien percorreu o mundo com a intenção de partilhar experiências com artistas de rua de diferentes culturas. Ele se abriu a novas maneiras de viver e praticar a pintura urbana.
Em 2009 retratou suas experiências no livro "Tropical Spray", com a colaboração de talentosos artistas brasileiros locais.
Julien, retrata em seus trabalhos, suas preocupações sociais, seu amor pelas culturas populares e suas experiências de viagens.
O seu ultimo livro, "Extramuros", narra a sua vida como pintor de rua a nível global e mostra muitos de seus murais criados num período de 3 anos em países longínguos como Índia, China, México, Indonésia e Vietname.







































































































terça-feira, 22 de abril de 2014

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AS DEZ MAIORES OBRAS DE ARTE

A pedido do “Illustrated London News”, em 1985, um juri formado pelos maiores conhecedores de arte do mundo escolheu as dez maiores obras de arte já realizadas pelo homem. São elas:

“As meninas ou A família de Filipe IV” (1656), Diego Velázques
Museu do Prado, em MadriReino da Espanha
Por unanimidade em primeiro lugar!
Abaixo, a obra “Las Meninas” em pôster de 24 × 36 polegadas.
Tive a oportunidade de contemplar em 07/2003.

“Vista de Delft”, de Vermeer
Maurithshuis, em Haia – Holanda

“A tempestade” (c. 1505), óleo s/ tela, 82 × 73 cm, de Giorgione
Galeria da Academia, VenezaItália (no acervo desde 1932)
Tive a oportunidade de contemplar em 16/08/2007.
O belíssimo quadro “A Tempestade”, também chamado de “A Tormenta”, é uma das peças fundamentais da pintura veneziana, ela marca o início do Século XVI na arte. Especialistas dizem que Giorgione de Castelfranco foi deslumbrante por ter conseguido criar atmosferas insinuantes, sugerindo até uma certa qualidade musical... A natureza parece indefesa, tal qual a figura da mãe abandonada no quadro e as colunas truncadas, que aparecem como joguetes da terrível luta dos elementos.

“A primavera” (1476/1477), de Botticelli
Têmpera sobre tábua, 203 × 314 cm, Galeria dos Ofícios, FlorençaItália
Tive a oportunidade de contemplar esta obra em 02/08/2007 (quinta-feira), pois cheguei propositalmente em Florença (Firenze) um dia anterior, assim poderia passar o dia do meu aniversário na capital da bela Toscana...

“A ressureição”, de Pierro della Francesca
Mural em afresco e têmpera, 225 × 200 cm. Museu Civico, Sansepolcro – Itália

“O enterro do Conde Orgaz” (1586), de El Greco
San Tomé, em ToledoReino da Espanha

“A lamentação” (1305), de Di Giotto
Cappella dei Scrovegni, em Pádua – Itália

“O altar de Isenheim” (1512-1516), de Grünewald
“Crucificação”, retábulo central do Altar de Isenheim, pintado por Grünewald
A primeira vista do altar vemos: São Sebastião (esquerda), A Crucificação (central), Santo Antônio (direita), Entombment (bottom). Óleo sobre painel. Museu d’Unterlinden, Colmar – França?
Mathis Gothart Niethart (1470c.-1528), conhecido como Matthias Grünewald foi, junto com Dürer, um dos pintores mais importantes da Alemanha durante o século XV e início do XVI. Seus dados biográficos são pouco claros e não se tem certeza do ano de seu nascimento. Curiosamente o nome Grünewald foi-lhe dado postumamente, decorrente do engano de um biógrafo do século XVII...
Nascido em Würzburg, próximo à Frankfurt, precursor do expressionismo e um dos maiores pintores germânicos do Renascimento. Começou a aparecer como profissional da pintura sacra quando vivia em Aschaffenburg, em Seligenstadt am Main e seu primeiro trabalho de data conhecida é o “Escárnio de Cristo” (1503).
Assumiu o cargo de pintor oficial do arcebispo de Mainz (1509), que morava em Aschaffenburg. Mudou-se (1515) para Isenheim, na Alsácia, para realizar o retábulo da igreja dos antoninos, obra máxima de seu estilo dramático, de intenso colorido.
Notavelmente influenciada pelos princípios da Reforma, seus personagens têm em si algo de caricaturesco, provavelmente uma referência à decadência do ser humano numa época em que inclusive a Igreja observava seu próprio declínio...
Morreu em Halle, e de sua obra, revalorizada no século XX pelos expressionistas, hoje, conservam-se apenas dez pinturas e alguns desenhos. Lamentavelmente, várias de suas obras foram dadas por perdidas, apesar de existir documentação provando sua existência.
“O Altar de Isenheim” foi realizado para o altar-mor da igreja do Mosteiro de Santo Antônio, em Isenheim. Toda a dramaticidade de um dos momentos chave da história cristã está plasmada na figura de um Cristo desmaiado de dor, na cena central da Crucificação, enquanto a mais terrível escuridão se abate sobre o gênero humano, refletindo a profunda devoção mística do movimento conhecido como Devoção Moderna...

“Guernica” (1937), de Pablo Picasso
Museu Rainha Sofia, em MadriReino da Espanha
O bloco abaixo foi emitido pelo Reino da Espanha em 1981, para Comemorar o Centenário de Nascimento de Pablo Picasso e mostra a obra “Guernica” (Scott: 2252, Yvert Bloco 29 e 29a); a qual tive a oportunidade de contemplar em 04/1998.

“O Retorno do Filho Pródigo” (1669), de Rembrandt
Museu Ermitage, em São Petersburgo (ex-Leningrado) – Federação Russa
Tive a oportunidade de contemplar em 08/2004.



Matéria publicada por "Girafamania"








 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Borboletas

Tela 40X40, tinta acrílica, massa e raspagem
 

Tela 40X40, tinta acrílica, massa e raspagem
 

                                               Caixa de madeira, colagem


                                               Papelão, feltro, espelhos, tecido