quinta-feira, 17 de abril de 2014

Borboletas

Tela 40X40, tinta acrílica, massa e raspagem
 

Tela 40X40, tinta acrílica, massa e raspagem
 

                                               Caixa de madeira, colagem


                                               Papelão, feltro, espelhos, tecido
 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Telas roubadas de Gauguin e Bonnard são achadas

Foram achadas em Turim, Itália, as telas "Fruits sur une table ou Nature au petit chien" de Paul Gauguin e "La femme aux deux fauteuils" de Pierre Bonnard.
As telas foram roubadas em Londres, nos anos 70.
Um homem as comprou por cerca de U$30mil, em Turim, segundo "La Stampa" (versão online) e as pendurou em sua cozinha.
A tela de Gauguin está avaliada entre U$20,6 milhões e U$48,2 milhões e a tela de Bonnard em torno de U$827mil.



"Fruits sur une table ou Nature au petit chien" de Paul Gauguin





 "La femme aux deux fauteuils" de Pierre Bonnard



































terça-feira, 1 de abril de 2014

Roubo de obras famosas

Ficheiro:Mona Lisa, by Leonardo da Vinci, from C2RMF retouched.jpg
Mona Lisa, Leonardo da Vinci

Em 21 de agosto de 1921, o quadro foi roubado do Louvre.
 Dois anos depois, a polícia prendeu o pintor italiano Vincenzo Peruggia quando este tentou vender o quadro para o governo italiano por 95 mil dólares.Durante o julgamento, Vincenzo disse ter sido motivado por patriotismo: queria devolver Mona Lisa à Itália. Acabou recebendo uma pena de prisão
de um ano e 15 dias e o quadro foi devolvido a Paris.




A tela "Jardim", de Matisse, roubada há 25 anos, tem valor estimado em um milhão de dólares.
Le Jardin, Henri Matisse
"O quatro “Le Jardin” (O Jardim), do pintor francês Henri Matisse, desapareceu do museu sueco em maio de 1987. A obra, que mede apenas 45 x 34 cm e está estimada em um milhão de dólares (mais de 2 milhões de reais), foi a única peça roubada na época e os ladrões não deixaram nenhuma pista. A polícia parou de procurar a tela no final dos anos 1990, já que esse tipo de crime é considerado prescrito pela Lei após dez anos na Suécia. 
Em dezembro de 2012, o representante de um colecionador  polonês  entrou em contato com o marchand britânico Charles Roberts para vender o quadro.. A obra teria sido comprada há mais de 20 anos sem que o novo dono, que não teve sua identidade revelada, desconfiasse de nada. “Ele agiu de boa fé e pagou um preço alto pela tela”, disse Roberts, ressaltando que o homem queria revender a tela para “deixar um pouco de dinheiro para os netos”.
Ao consultar o repertório internacional das obras de arte roubadas o marchand descobriu que tratava-se do quadro de Matisse. Ele concluiu a negociação e informou as autoridades, que recuperaram a peça em Londres. A tela realizada em 1920, que representa um jardim em estilo impressionista, já está em Estocolmo e será apresentada ao público do museu sueco na quinta-feira."
                Matéria publicada por RFI-Português






O quadro "Jovem com colete vermelho", de Paul Cézanne, foi roubado em 2008, na Suíça.
O quadro "Jovem com colete vermelho", de Paul Cézanne
O quadro "Jovem com Colete Vermelho" foi roubado em 2008, em um assalto a mão armada por três homens encapuzados, da Coleção E.G. Bührle, em Zurique, na Suíça.
O quadro foi encontrado pela polícia sérvia, em abril de 2012.
A tela de Cézanne mede 80cmX64cm e é avaliada em milhões de dezenas de euros.




Sete quadros de grande valor, incluindo obras de Picasso, Matisse, Monet e Gauguin, foram roubados do museu Kunsthal de Roterdã, oeste da Holanda , em outubro de 2012Quadros de Meyer de Haan, Lucian Freud, Henri Matisse, Pablo Picasso, Paul Gauguin e Claude Monet que foram roubados do museu Kunsthal em Roterdã, na Holanda, nesta terça-feira (16) (Foto: Reprodução/AFP/Polícia holandesa)
Quadros de Meyer de Haan, Lucian Freud, Henri Matisse, Pablo Picasso, Paul Gauguin e Claude Monet que foram roubados do museu Kunsthal em Roterdã, na Holanda.
As pinturas roubadas foram, pela ordem acima:

Autoportrait, de Meyer de Haan.

Woman with Eyes Closed, de Lucian Freud
La Liseuse en Blanc et Jaune, de Matisse
Tete d’Arlequin, de Picasso
Femme Devant une Fenetre Ouverte, Dite la Fiancee, de Gauguin
Waterloo Bridge, London e Charing Cross Bridge, London, de Monet




Os romenos que estão em julgamento, por roubarem essas pinturas, dizem estar dispostos a devolve-las se for feito um acordo, segundo o advogado de defesa.

B, 29 de outubro de 1985


Nove quadros impressionistas franceses, entre eles o que deu nome ao movimento – Impressão, nascer do Sol, de Claude Monet (1840-1926) – foram roubados do Museu de Marmottan, em Paris. Cinco homens armados obrigaram os guardas e visitantes do museu a se deitarem com o rosto para o chão enquanto retiravam os quadros espalhados pelas paredes de várias salas. O curador do Marmottan, calculou a perda em 12 milhões de dólares, advertindo, porém, que pela sua importância histórica, Impressão, nascer do Sol tem um valor incalculável.

- É o roubo do século, como se tivessem roubado a Monalisa – lamentou o curador Ives Brayer. Ele, no entanto, estranhou o roubo: - Não entendo como alguém pode roubar algo tão famoso. É impossível vender um quadro desses. É conhecido demais.


IMpressao, nascer do sol



Num dos roubos mais espetaculares da história, também foram furtados outros quatro quadros de Monet (Cammile Monet e sua Prima na Praia de Trouville, Retrato de Jean Monet, Retrato de Poly, Pescador de Belle-Isle e Campo de Tulipas na Holanda), dois de Auguste Renoir (Banhistas e Retrato de Monet), um de Berthe Morisot (Menina no Baile) e um de Naruse (Retrato de Monet).

O Museu de Marmottan fica numa tranquila rua, num elegante bairro de Paris. Na sua coleção, havia outros 82 quadros de Monet, todos agrupados numa mesma sala, no subsolo. A coleção estava ali desde 1971.

- É a primeira vez que uma coleção de museu é roubada a mão armada, como em um banco - comentou Brayer em uma coletiva de imprensa.

Como o curador do Marmottan previra, Impressão, Nascer do Sol era famoso demais para ser roubado e circular no mercado negro internacional da arte. Logo, os ladrões seriam descobertos. Em 1991, a polícia francesa identificou uma máfia japonesa por trás de seguidos roubos que aconteceram no país naquela época, incluindo este ao Marmottan. Os quadros foram recuperados e devolvidos ao museu, onde se encontram até hoje.








































Fauvismo - Feras Selvagens

Corrente artística, formada pelos pintores não seguidores do impressionismo, no início do século XX, de curta duração, que se desenvolveu principalmente entre 1905 e 1907.
A denominação do movimento deve-se à Louis Vaucelles ( crítico conservador ), que comparou os artistas às feras ( selvagens ) - fauves - no " Salão de Outono", de 1905, em Paris.
A princípio a denominação, teve caráter depreciativo, mas acabou por se fixar, dando origem ao nome do movimento.
Sua principal característica foi o uso de cores fortes, pinceladas espontâneas; pintura por manchas largas, formando grandes planos.
Principais artistas: George Braque
                                 André Derain
                                 Jean Puy
                                 Henri Matisse
                                 Maurice de Vlaminck
                                 Raoul Dufy
No Brasil, um de seus grandes expoentes foi Inimá de Paul, pintor mineiro.
    
   Matisse






Fauvismo
Georges Braque. Paisagem em L’Estaque, 1906. Óleo






Fauvismo
Raoul Dufy. As três sombrinhas.






Fauvismo
A. Marquet, Praia de Fecamp






Fauvismo
Henri Matisse. Blue room





Jean Puy, estudante



André Derain



Inimá de Paula











































sexta-feira, 28 de março de 2014

Halley Docherty

11.03.2014 / 08:36

Inglês faz arte com imagens do Google Street View e quadros antigos

                                   
O inglês Halley Docherty era apenas um dos milhões de usuários de uma rede social famosa no exterior quando foi descoberto pelo jornal “The Guardian” e acabou tendo sua “arte” difundida pela internet. A rede em questão se chama Reddit e ainda engatinha no Brasil, mas cresce a cada dia lá fora. Nela, os usuários produzem ou simplesmente compartilham conteúdo disponível na internet e discutem sobre eles, em fóruns. Até Barak Obama e Bill Gates já deram seus pitacos por lá. E foi por conta de um de seus posts que Halley chamou a atenção de jornalistas. Ele teve a ideia de misturar imagens do Google Street View de cidades como Londres, Nova York, Berlim e Paris a quadros de pintores famosos que retratam as mesmas, mas séculos atrás. São colagens instigantes, que misturam passado e presente. Para entender melhor e viajar no tempo, confira a galeria.




















Matéria publicada por Glamurama ( Joice Pascovitch ) em 11/03/2014























































quinta-feira, 27 de março de 2014

Blek le Rat, (pronunciado: [blɛk ʁa de lə]; nascido Xavier Prou,[, 1] 1952) [2] foi um dos primeiros artistas do graffiti em Paris e tem sido descrito como o "pai do estêncil graffiti


Xavier Prou nasceu em Boulogne-Billancourt , na periferia oeste de Paris, em 1951 ou 1952.


Prou começou sua arte-final em 1981, pintando stencils de ratos nas paredes ruas de Paris, descrevendo o rato como "o animal só gratuito na cidade",[4] e que "se espalha a Praga por todo o lado, como arte de rua". [5] Seu nome origina-se do livro comic Blek le Roc, usando o "rato" como um anagrama para "arte". [3


Inicialmente influenciado pela precoce arte do graffiti de New York City após uma visita em 1971, ele escolheu um estilo que ele se sentiu melhor adequado Paris, devido à arquitetura diferente das duas cidades. [4] Ele também afirmou que a influência do artista canadense Richard Hambleton, que pintou figuras humanas em grande escala na década de 1980. [3] Ele é creditado como sendo o inventor do estêncil em tamanho real, bem como o primeiro transformar o estêncil de letras básicas em arte pictórica. [, 1] Dele Grafite arte urbana preservada mais antiga, uma réplica de 1991 de Caravaggiode Madonna di Loreta, que dedicou a sua futura esposa, Sybille, foi redescoberto por trás posters na parede de uma casa em Leipzig, Alemanha, em 2012. [6]
Identidade do Blek foi revelada às autoridades francesas, em 1991, quando ele foi preso enquanto escantilhões uma réplica de Caravaggio Madona e a criança, com a ligação ao Blek e sua obra sendo feita pela polícia. Dali em diante, ele tem trabalhado exclusivamente com pre-stenciled cartazes, citando a aplicação mais rápida do meio para as paredes, bem como diminuiu a punição deve ele ser pego em flagrante. [, 1]
Ele teve uma grande influência no graffiti arte e "arte de guerrilha" movimentos do hoje, a principal motivação de seu trabalho sendo a consciência social e o desejo de trazer a arte para o povo. Muitas das suas peças são figuras de indivíduos solitários, em oposição a grupos maiores, opressivos. [5] Ele também tem sido notado por sua série de imagens que representam os desabrigados, iniciada em 2006, que retratam-los em pé, sentado, ou deitado nas calçadas, nas tentativas de trazer a atenção para o que ele vê como um problema global. [7]
Matéria publicada pela  "Wikipedia, a enciclopédia livre "






























Street Art - Exibição em Galeria



Paris, França



Paris, França



Paris, França



Nova York, EUA



Nova York , EUA



Nova York , EUA



Berlim



Londres



Londres



São Francisco, Califórnia, EUA



Virginia, EUA













































terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

As cores do Carnaval




Veneza



Máscara blanca recubierta de flores, en Venecia.



www.cafecomsociologia.com



viverpuramagia.blogspot.com



Schmink voorbeelden voor kinderen - Moeders



www.estadão.com.br/noticias/geral.carnaval-do-rio/2012



Carnaval, Rio de Janeiro, Brasil



Carnaval Rio de Janeiro, Brasil


Carnaval en Santa Cruz de Tenerife

Carnaval en Santa Cruz de Tenerife



Carnaval, Mainz, Alemanha



Carnaval em Boemeldonck



Carnaval, Rio de Janeiro



Batalha das Flores, Carnaval, Colombia



Evenement in Nice: Carnaval Nice - Carnaval Nice © Flickr



Carnaval, Rio de Janeiro, Brasil


Carnaval  (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)
 

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C..1 É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.2 A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspiraram no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque.
O Carnaval do Rio de Janeiro está atualmente no Guinness Book como o maior Carnaval do mundo, com um número estimado de 2 milhões de pessoas, por dia, nos blocos de rua da cidade.3 Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo

História e origem  (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-Feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "Carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "Carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres.
MardiGrasPaull1897Cover.jpg
 
Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-Feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-Feira Gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras).5 O termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.

O Carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
Sobre a origem da palavra, não há unanimidade entre os estudiosos. Há quem defenda que a palavra Carnaval deriva de carne vale (adeus carne!) ou de carne levamen (supressão da carne). Esta interpretação da origem etimológica da palavra leva-nos, indubitavelmente, para o início do período da Quaresma, uma pausa de 40 dias nos excessos cometidos durante o ano, excessos esses que incluem, segundo a religião católica, a alimentação. Assim, a Quaresma era, na sua origem, não apenas um período de reflexão espiritual como também uma época de privação de certos alimentos como a carne.
Outra interpretação para a etimologia da palavra é a de que esta derive de currus navalis, expressão anterior ao Cristianismo e que significa carro naval. Esta interpretação baseia-se nas diversões próprias do começo da Primavera, com cortejos marítimos ou carros alegóricos em forma de barco, tanto na Grécia como em Roma e, posteriormente, entre os Teutões.