quinta-feira, 5 de junho de 2014

Romero Brito na Copa

Romero Britto foi convidado pela segunda vez pela Fifa para assinar peças oficiais do Mundial. Na Copa de 2010, ele participou da coleção de pôsteres oficiais e organizou um ateliê de pintura para jovens do programa da Fifa Football for Hope.
Suas peças assinadas vão de  quebra-cabeças, canecos, imãs de geladeira, coolers, chaveiros a muitas outras coisas.
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Uma versão da Barbie, com vestido customizado e com uma bola, pode ser encontrada fora do Brasil.

Para a Fifa, o trabalho do artista representa "representam a amizade, a humanidade e a união".




O toque de Romero Britto na Copa
















Puzzle 2000 peças Copa do Mundo da Fifa por Romero Brito


Bolas personalizadas por Romero Brito







Cooler por Romero Brito

Imã Fotográfico Romero Britto 3 - Copa do Mundo da Fifa 2014 - Imãs do Brasil
Imã Fotográfico Copa do Mundo da FIFA 2014



































































































terça-feira, 27 de maio de 2014

Carybé


Carybé, nome artístico de Hector Julio Páride Bernabó (Lanús, 7 de fevereiro de 1911Salvador, 2 de outubro de 1997), foi um pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista argentino, brasileiro naturalizado e residente no Brasil desde 1949 até sua morte.
             Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Formação
  • 1925 - Inicia atividades em artes freqüentando o ateliê de cerâmica do seu irmão mais velho, Arnaldo Bernabó, no Rio de Janeiro.
  • 1927-1929 - Freqüenta a Escola Nacional de Belas Artes - Enba, no Rio de Janeiro
  • 1958 - Recebe bolsa de estudos em Nova Iorque, Estados Unidos.








  •  
    Carybé. Bico de pena, 1950, Museu de Arte da Bahia








    Murais de Carymbé - Aeroporto de Miami






















    Serigrafia




    Serigrafia


    Gravura




    Mercado de peixes


    Lavadeiras




    Salvador, Bahia


    Cangaceiros


    Oxum talhada por Caribé


    Ilustração


    Cavalgada










    Monumento à entrada da Assembléia Legislativa da Bahia, de Carybé


    Mural em Buenos Aires.

    Pierre Verger, Jorge Amado e Hector Carybé
    Pierre Verger, Jorge Amado e Hector Carybé



         Carybé (1911-1997), nome artístico de Hector Julio Paride Bernabó, pintor figurativo brasileiro de origem argentina, cuja estilização gráfica aproximou-se da abstração.

         Nasceu na cidade de Lanús e, após ter vivido na Itália dos 6 meses aos 8 anos de idade, radicou-se no Brasil, inicialmente no Rio de Janeiro, onde estudou na Escola Nacional de Belas Artes.

        

         Em 1938, foi para Salvador, fixando-se definitivamente na Bahia a partir de 1950. Sete anos mais tarde, naturalizou-se brasileiro.
    Recebeu o apelido de Carybé (nome de um peixe de água doce pelo qual é internacionalmente conhecido) na época em que era escoteiro, porque esse era o nome de sua barraca de acampamento.
         Suas obras, tanto pinturas como desenhos, esculturas e talhas, refletem a chamada baianidade, através da representação do cotidiano, do folclore e de suas cenas populares. Em 1955, foi escolhido como o melhor desenhista nacional na III Bienal de São Paulo.

         Inspirado pela cultura afro-brasileira, no início da década de 1970 dedicou-se a fazer talhas que focalizavam seus rituais  e orixás, em obras como Festa de Nanã, Alá de Oxalá, Ajerê e Pilão de Oxalá.

         Em seus desenhos e aquarelas, predominam a cor sépia, como no álbum Sete portas da Bahia. Além desses trabalhos, destacou-se pela criação de murais, hoje expostos em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Montreal, Buenos Aires e Nova York.

    Artista multifacetado

         Também fez ilustrações de obras literárias, como Macunaíma, de Mário de Andrade, O sumiço da santa, de Jorge Amado.

         Exibiu seus trabalhos em mostras coletivas e individuais desde 1940. Entre elas, destacam-se as realizadas no Museu Municipal de Buenos Aires e nas galerias Nordiska, Amalta e Viau, na Argentina; na Galeria Oxumaré, em Salvador; no Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio; e na I Bienal Nacional de Artes Plásticas da Bahia.
     
       Carybé também atuou na área pública, assumindo o cargo de secretário da educação do estado da Bahia.

         Freqüentador assíduo dos terreiros de candomblé baianos, embora dissesse não acreditar na vida após a morte, faleceu, no dia 1º de outubro de 1997, no terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, depois de sofrer um enfarte. 

    Fontes: Encarta-BR 2000
                 saibatudoaqui.com.br
                 Wikipédia, a enciclopédia livre